No dia 20 de Maio de 2008, o nosso grupo dinamizou uma visita ao museu da Guerra Colonial que se encontra na central de autocarros de Vila Nova de Famalicão. Esta visita surgiu com o intuito de promover as Forças Armadas e, em especial, cada uma das entidades que a compõem (Força Aérea, Marinha e Exército – com particular destaque para este último).
Desta forma, começamos o nosso trabalho por, no dia 19, fazer uma breve apresentação à turma onde incluímos uma curta explicação do contributo de cada ramo das forças armadas na Guerra Colonial e exibimos um pequeno filme sobre a mesmo, intitulado “O Vietname Português”.
Assim, como parte fundamental desta divulgação, no dia 20, pelas 10:00 horas saímos da escola em direcção ao Museu da Guerra Colonial. Lá chegado o grupo de onze alunos e um professor, fomos apresentados a um ex-combatente da Guerra Colonial na Guiné, que nos apresentou a exposição. Começamos por saber um pouco da história militar deste senhor (que recebeu cerca de seis meses de preparação e que foi mandado para a Guiné) e, no seguimento da conversa, fomos tendo as noções básicas do que lá se passou. Intercalando com a sua história pessoal, este ex-combatente falou-nos do transporte de militares para a guerra, do quotidiano dos mesmos, da integração dos nossos militares com as pessoas de cada local, dos vários cenários de guerra, das armas e armadilhas, dos mortos e feridos, dos cigarros, das madrinhas de guerra e, entre outras coisas, das próteses que os vitimados passaram a usar.
Foi uma visita a um museu diferente, contada na primeira pessoa e que nos deixou a todos com uma visão geral dos acontecimentos e muito animados, pois todos gostaram da breve visita. Para além disto, cumprimos mais um objectivo!
segunda-feira, 26 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Cartaz Recrutamento Força Aérea
A Força Aérea Portuguesa, enquanto ramo das Forças Armadas, tem uma missão específica na defesa militar do nosso país.
Para que essa missão seja alcançada a Força Aérea opera meios de alta tecnologia que exigem uma elevada especialização técnica dos militares que os operam.
Por esse motivo a Força Aérea aposta de forma ímpar na Formação dos seus militares, quer se enquadrem nas suas fileiras em Regime de Contrato quer seja no seu Quadro Permanente.
Assim, antes de exerceres a tua Profissão, a Força Aérea dá-te toda a Formação de que necessitas para que atinjas os teus objectivos.
Quer escolhas o ensino superior na Academia da Força Aérea, e o posterior ingresso nos Quadros Permanentes, quer escolhas a formação mais técnica do Regime de Contrato, podes contar com esta aposta constante que é a Formação aliada à Profissão.
No dia 6 de Maio, o nosso grupo afixou, na nossa escola, um cartaz motivador, com o intuito de incentivar os nossos colegas a quererem saber mais sobre como podem fazer parte desta entidade.
O cartaz, para além de conter uma imagem ilustrativa desta entidade, apresentava informações como os concursos e as respectivas vagas, nomeadamente o planeamento das vagas para o ingresso na Academia da Força Aérea e o planeamento das vagas para o ingresso em Regime de Contrato.
Esperamos, com isto, ajudar algum colega nosso que veja nesta entidade o seu futuro!
Para que essa missão seja alcançada a Força Aérea opera meios de alta tecnologia que exigem uma elevada especialização técnica dos militares que os operam.
Por esse motivo a Força Aérea aposta de forma ímpar na Formação dos seus militares, quer se enquadrem nas suas fileiras em Regime de Contrato quer seja no seu Quadro Permanente.
Assim, antes de exerceres a tua Profissão, a Força Aérea dá-te toda a Formação de que necessitas para que atinjas os teus objectivos.
Quer escolhas o ensino superior na Academia da Força Aérea, e o posterior ingresso nos Quadros Permanentes, quer escolhas a formação mais técnica do Regime de Contrato, podes contar com esta aposta constante que é a Formação aliada à Profissão.
No dia 6 de Maio, o nosso grupo afixou, na nossa escola, um cartaz motivador, com o intuito de incentivar os nossos colegas a quererem saber mais sobre como podem fazer parte desta entidade.
O cartaz, para além de conter uma imagem ilustrativa desta entidade, apresentava informações como os concursos e as respectivas vagas, nomeadamente o planeamento das vagas para o ingresso na Academia da Força Aérea e o planeamento das vagas para o ingresso em Regime de Contrato.
Esperamos, com isto, ajudar algum colega nosso que veja nesta entidade o seu futuro!
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Exército: Tenente Barros visitou a nossa escola
No passado dia 22 de Abril, estiveram presentes na nossa escola dois representantes do Exército, mais concretamente do Regimento da Cavalaria de Braga, o Tenente Barros e um outro militar, para dar uma palestram, isto é, para esclarecer todos os interessados acerca da vida/carreira militar e de todas as vantagens que esta traz.
Inicialmente, o Tenente Barros e o seu colega entregaram duas folhas, respectivas à Academia Militar e ao Regime de Voluntariado/Contrato. De seguida, começou a falar sobre cada uma das opções, abordando, primeiramente, o assunto acerca da Academia Militar, que fica situada em Lisboa, e sobre tudo o resto que lhe estava relacionado, desde a abertura das candidaturas, das condições necessárias ao seu ingresso, dos prós e contras e deu até alguns exemplos de casos reais sobre algumas questões que surgiram. Depois falou sobre o Regime de Voluntariado/Contrato. Explicou as condições de admissão a esta e também nos falou sobre as várias oportunidades que nos dá.
No fim de toda a sua exposição sobre a entidade em questão, o Tenente esclareceu os alunos presentes acerca das suas dúvidas e entregou, àqueles que estavam interessados, as fichas de candidatura à Academia Militar.
Toda a sessão correu muito bem e foi surpreendente, pois nem o nosso grupo nem o professor esperavam que existissem tantas pessoas interessadas em seguir uma carreira ligada à vida militar e/ou que estivessem dispostas a passar por ela para atingir outros objectivos.
Todas as dúvidas foram esclarecidas e esta palestra abriu, certamente, portas para uma vida melhor e mostrou uma ”luz no fim do túnel” para aqueles que ainda não se tinham decidido quanto ao seu futuro.
Inicialmente, o Tenente Barros e o seu colega entregaram duas folhas, respectivas à Academia Militar e ao Regime de Voluntariado/Contrato. De seguida, começou a falar sobre cada uma das opções, abordando, primeiramente, o assunto acerca da Academia Militar, que fica situada em Lisboa, e sobre tudo o resto que lhe estava relacionado, desde a abertura das candidaturas, das condições necessárias ao seu ingresso, dos prós e contras e deu até alguns exemplos de casos reais sobre algumas questões que surgiram. Depois falou sobre o Regime de Voluntariado/Contrato. Explicou as condições de admissão a esta e também nos falou sobre as várias oportunidades que nos dá.
No fim de toda a sua exposição sobre a entidade em questão, o Tenente esclareceu os alunos presentes acerca das suas dúvidas e entregou, àqueles que estavam interessados, as fichas de candidatura à Academia Militar.
Toda a sessão correu muito bem e foi surpreendente, pois nem o nosso grupo nem o professor esperavam que existissem tantas pessoas interessadas em seguir uma carreira ligada à vida militar e/ou que estivessem dispostas a passar por ela para atingir outros objectivos.
Todas as dúvidas foram esclarecidas e esta palestra abriu, certamente, portas para uma vida melhor e mostrou uma ”luz no fim do túnel” para aqueles que ainda não se tinham decidido quanto ao seu futuro.
"FPN" faz uma reportagem a elementos da Cruz Vermelha
No dia 19 de Abril de 2008 o Grupo “FPN” deslocou-se ao núcleo da Cruz Vermelha de Ribeirão, com o intuito de fazer uma reportagem sobre os vários domínios da entidade a abordar.
Quando chegaram, encontraram uma equipa de socorristas na sala de estar esperando algum telefonema. E, enquanto se preparava a entrevista, o telefone chega mesmo a tocar e as alunas puderam assistir a uma saída de emergência.
Com o núcleo mais vazio, o grupo iniciou a entrevista que era direccionada ao Chefe Luís Costa, à Assalariada Isabel Araújo e à Voluntária Joana Cruz. Durante a entrevista, as alunas, alternadamente, questionavam os respectivos intervenientes nesta reportagem.
As perguntas que foram feitas foram:
1.Como teve contacto com a Cruz Vermelha?
2.Trabalha aqui em permanência, correcto? Quais são exactamente as suas funções e há quanto tempo o faz?
3.Que tipo de formação é que adquiriu? Onde foi que participou nela? Como foi? Em que se especializou?
4.Que tipo de actividades sente mais prazer em desempenhar?
5.Contacta diariamente com situações de emergência. Qual foi a situação que mais lhe tocou?
6.O núcleo de Ribeirão dispõe de todos os equipamentos e instalações necessárias?
7.Foi fácil adquirir os meios disponíveis? Como o conseguiram?
8.De onde vem o financiamento para este trabalho tão nobre?
9.Como recrutam voluntários? Qualquer um pode ser voluntário? Quais as condições de admissão?
10.Trabalham em colaboração com alguma instituição? Se sim, qual ou quais?
11.Que tipo de ajuda é mais solicitada à Cruz Vermelha?
12.Que faixa etária mais a solicita?
13.Há quanto tempo existe o núcleo da Cruz Vermelha de Ribeirão?
14.Quantas pessoas trabalham cá?
15.Quais são os objectivos da Cruz Vermelha?
16.A Cruz Vermelha realiza “campanhas”, seminários ou outro tipo de actividades para sensibilizar a população relativamente a determinadas cuidados como, por exemplo, a segurança rodoviária?
17.Tem algum conselho/dica/desejo a deixar a toda a sociedade?
De facto, obtiveram-se respostas claras e compreensivas, capazes de esclarecer qualquer pessoa. Essas respostas são identicas às que obtivemos na entrevista publicada anteriormente.
No fim da entrevista, as alunas com a ajuda do Chefe Luís, foram conhecer as instalações do núcleo e concluíram que, na realidade, estas são altamente precárias. Além disto, foram também conhecer o interior de uma ambulância.
Para concluir a reportagem, as alunas passaram à sessão de agradecimentos, solicitando o Chefe Luís Costa, a Assalariada Isabel Araújo e a Voluntária Joana Cruz, bem como ao repórter de imagem Ricardo Cruz.
Esta reportagem foi divulgada aos alunos da turma 1205 e 1206 no dia 22 de Abril.
Quando chegaram, encontraram uma equipa de socorristas na sala de estar esperando algum telefonema. E, enquanto se preparava a entrevista, o telefone chega mesmo a tocar e as alunas puderam assistir a uma saída de emergência.
Com o núcleo mais vazio, o grupo iniciou a entrevista que era direccionada ao Chefe Luís Costa, à Assalariada Isabel Araújo e à Voluntária Joana Cruz. Durante a entrevista, as alunas, alternadamente, questionavam os respectivos intervenientes nesta reportagem.
As perguntas que foram feitas foram:
1.Como teve contacto com a Cruz Vermelha?
2.Trabalha aqui em permanência, correcto? Quais são exactamente as suas funções e há quanto tempo o faz?
3.Que tipo de formação é que adquiriu? Onde foi que participou nela? Como foi? Em que se especializou?
4.Que tipo de actividades sente mais prazer em desempenhar?
5.Contacta diariamente com situações de emergência. Qual foi a situação que mais lhe tocou?
6.O núcleo de Ribeirão dispõe de todos os equipamentos e instalações necessárias?
7.Foi fácil adquirir os meios disponíveis? Como o conseguiram?
8.De onde vem o financiamento para este trabalho tão nobre?
9.Como recrutam voluntários? Qualquer um pode ser voluntário? Quais as condições de admissão?
10.Trabalham em colaboração com alguma instituição? Se sim, qual ou quais?
11.Que tipo de ajuda é mais solicitada à Cruz Vermelha?
12.Que faixa etária mais a solicita?
13.Há quanto tempo existe o núcleo da Cruz Vermelha de Ribeirão?
14.Quantas pessoas trabalham cá?
15.Quais são os objectivos da Cruz Vermelha?
16.A Cruz Vermelha realiza “campanhas”, seminários ou outro tipo de actividades para sensibilizar a população relativamente a determinadas cuidados como, por exemplo, a segurança rodoviária?
17.Tem algum conselho/dica/desejo a deixar a toda a sociedade?
De facto, obtiveram-se respostas claras e compreensivas, capazes de esclarecer qualquer pessoa. Essas respostas são identicas às que obtivemos na entrevista publicada anteriormente.
No fim da entrevista, as alunas com a ajuda do Chefe Luís, foram conhecer as instalações do núcleo e concluíram que, na realidade, estas são altamente precárias. Além disto, foram também conhecer o interior de uma ambulância.
Para concluir a reportagem, as alunas passaram à sessão de agradecimentos, solicitando o Chefe Luís Costa, a Assalariada Isabel Araújo e a Voluntária Joana Cruz, bem como ao repórter de imagem Ricardo Cruz.
Esta reportagem foi divulgada aos alunos da turma 1205 e 1206 no dia 22 de Abril.
Visita de Estudo ao Museu de Marinha, Museu Colecção Berardo e à Baixa Pombalina
No dia 11 de Abril, as duas turmas de 12º ano de Ciências Sociais e Humanas (1205 e 1206) dirigiram-se à cidade de Lisboa para visitar os Museus de Marinha, o Museu Colecção Berardo e a Baixa Pombalina.
Esta visita de estudo foi realizada, principalmente, no âmbito da entidade Marinha que o nosso grupo de Área de Projecto está a tratar e, também, no âmbito da disciplina de História A, visto que o CCB tinha patente a colecção Berardo, que consiste numa exposição sobre a arte contemporânea do século XX e XXI, que foi um dos temas abordados no presente ano lectivo. Ao mesmo tempo, aproveitamos para dar um passeio de autocarro pela Baixa Pombalina e ver o local onde muitos autores estudados em Português se reuniam.
Foi uma visita de estudo interessante a todos os níveis, pois conhecemos a colecção valiosíssima de obras de arte de um coleccionador particular português bastante conhecido (Joe Berardo), uma parte do nosso património da época dos Descobrimentos e também o centro histórico de Lisboa.
Terminada a visita aos dois museus e já na hora do lanche, tivemos ainda tempo para ir comer os famosos pastéis de Belém e para apreciar o belo Mosteiro dos Jerónimos.
Em suma, foi com grande satisfação que terminamos esta visita de estudo que esteve em vias de não ser realizada devido a alguns problemas, mas que felizmente foram resolvidos, pois era um dos nossos objectivos e foi concretizado com sucesso.
Tudo correu muito bem e todos gostaram deste dia de “aulas” diferente!
Esta visita de estudo foi realizada, principalmente, no âmbito da entidade Marinha que o nosso grupo de Área de Projecto está a tratar e, também, no âmbito da disciplina de História A, visto que o CCB tinha patente a colecção Berardo, que consiste numa exposição sobre a arte contemporânea do século XX e XXI, que foi um dos temas abordados no presente ano lectivo. Ao mesmo tempo, aproveitamos para dar um passeio de autocarro pela Baixa Pombalina e ver o local onde muitos autores estudados em Português se reuniam.
Foi uma visita de estudo interessante a todos os níveis, pois conhecemos a colecção valiosíssima de obras de arte de um coleccionador particular português bastante conhecido (Joe Berardo), uma parte do nosso património da época dos Descobrimentos e também o centro histórico de Lisboa.
Terminada a visita aos dois museus e já na hora do lanche, tivemos ainda tempo para ir comer os famosos pastéis de Belém e para apreciar o belo Mosteiro dos Jerónimos.
Em suma, foi com grande satisfação que terminamos esta visita de estudo que esteve em vias de não ser realizada devido a alguns problemas, mas que felizmente foram resolvidos, pois era um dos nossos objectivos e foi concretizado com sucesso.
Tudo correu muito bem e todos gostaram deste dia de “aulas” diferente!
Exposição das entidades no Átrio da Escola
No dia 1 de Abril de 2008, o nosso grupo apresentou um exposição no átrio da nossa escola sobre o nosso tema: "Forças de Protecção Nacional".
Este trabalho veio completar as informações que foram divulgadas na Afixação dos Cartazes que,enquanto nestes apenas continha alertas e conselhos que as entidades em questão nos dão, na exposição a informação que continha referia o que era cada entidade, em que âmbito é que cada uma trabalhava, quais eram os seus domínios, etc.
Foi um trabalho muito agradável de fazer, divertido, interessante e que tee optimas críticas por parte dos alunos, professores e até funcionários.
Este trabalho veio completar as informações que foram divulgadas na Afixação dos Cartazes que,enquanto nestes apenas continha alertas e conselhos que as entidades em questão nos dão, na exposição a informação que continha referia o que era cada entidade, em que âmbito é que cada uma trabalhava, quais eram os seus domínios, etc.
Foi um trabalho muito agradável de fazer, divertido, interessante e que tee optimas críticas por parte dos alunos, professores e até funcionários.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









